Guia de viagem | Hong Kong

Posted on Sep 29, 2016

Hoje o post é sobre um lugarzinho lá do outro lado do mundo: Hong Kong

Vou contar um pouquinho de tudo o que eu fiz sozinha por lá sem falar uma palavra de chinês!

O que ver:

Tsim Sha Tsui promenade. Victoria Harbour é, de longe, a parte mais bonita de Hong Kong. A vista pro skyline dessa Nova York do oriente e o show de luzes que acontece todas as noites são imperdíveis.

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Kowloon Park. Uma graça e muito bem cuidado. Casinhas chinesas e lagos com patinhos fazem parte do cenário.

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Wooloo Mooloo Prime – Ver Hong Kong de cima, de noite, é um charme. Muita gente se despenca ao The Peak ou paga fábulas de dinheiro no Hotel Ritz (eu, incluída) para tirar uma fotinho como essa. Agora, sabe o que? Não precisa não! É só subir no vigésimo primeiro andar do Wooloo Mooloo Prime, em Causeway Bay  que você vai ter drinks por preços razoáveis e uma vista da cidade tão bonita como a de qualquer outra terraza mais cara. Vale a pena conferir.

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Agora, se você quiser tirar onda e dizer que pisou no bar mais alto do mundo, a pedida é o Ozone Bar do Ritz Carlton. Tudo é caríssimo, mas eles tem uma vista 360 graus da cidade e um sushi de camarão que configura entre as melhores coisas que eu já comi na vida (e entre as mais caras também). Detalhe importante, nao peçam o negroni. Um dedo de alcool e um iceberg de gelo não me emocionaram, nem me deixaram alegrinha.

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Man Mo Temple. Sempre que dá eu tento fugir das atrações mais mainstream. Troquei fácil o grande buda por um templo pequenininho e insuspeito. O mais engraçado foi descobrir depois que o templo é dedicado ao Deus da literatura e ao Deus da guerra…eu devia ter pedido uma força para passar com notas altas nas provas do MBA.

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Central District: É bacana dar uma chegadinha nesse bairro, que é o centro financeiro mais importante da Ásia, para ver seus arranha céus, hotéis de luxo e mil e um shopping centers. Fazendo o maior contraste, também é normal esbarrar com lojinhas como essa, cheias de produtos secos de todos os tipos que você pode imaginar.

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Star Ferry Pier. Dá pra chegar de um lado ao outro da baía de ferry. É um jeito diferente de fazer o passeio, vale tentar.

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Sik Sik Yuen Wong Tai Sin Temple. Esse templo é maior e foi o que eu mais achei interessante para visitar. Uma curiosidade, lá nao tem nenhuma divindade que represente o amor (me corrijam, nao vi), mas sobra mandinga para atrair poder e dinheiro. Mundo doido, né? Outra curiosidade é a quantidade de “fortune tellers” que você encontra ao redor do templo. Eles podem ler sua mão, seu rosto ou podem oferecer serviços mais baratinhos como interpretar sua sorte baseado em um “fortune stick”. Você pega um pauzinho e ele corresponderá a um número que corresponderá a um trecho de texto. O papel do “fortune teller”  é interpretar esse texto, uma passagem/lenda local e analizar tudo com base na pergunta que você fez para a sua vida. Claro que eu escolhi o mais baratinho, né? Nao acredito nessas coisas, mas queria participar da experiência. Nunca vou me esquecer do senhor chinês me explicando em inglês macarrônico uma história muito louca sobre um general, seu irmão e como tudo isso tinha a ver com o mês que eu ia conseguir meu primeiro emprego. Agora olha, o mês eles acertaram sim! ;)

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Chi Lin Nunnery – O templo, originalmente construído nos anos 30 baseado na arquitetura da dinastia Tang, é enoooorme, com vários jardins e todo feito em madeira.

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O QUE COMER:
Hong Kong é bem ocidental e dá pra encontrar de tudo por lá, obviamente. Agora, o charme de uma viagem assim é provar coisas exóticas, né?

Wang Fu Beijing Style Dumplings
Dumplings com muito sabor na versão sopinha e sem sopinha. Lugar tosquinho, mas com serviço amigo.

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Cat Café. Obvio que a louca dos gatos ia procurar um cat café, né? A experiência, no entanto, foi um pouco bizarra. Eu explico. O Cat Café fica dentro de um prédio, como se fosse um apartamento ou um escritório qualquer. Para padrões ocidentais os corredores eram um tanto quanto assustadores e eu confesso que fiquei com medo de perder meu rim por causa de um gato. Tudo bobagem, achei uma portinha com uns desenhos dos felinos e entrei. O lugar é um pouquinho caótico e os gatos nao estão neeeeeeeem aí pros visitantes. Claramente você tem que dar sorte para que algum bichano queira brincar com você. No entanto, o milk shake de chocolate dalí é uma boa pedida e eles oferecem outras comidinhas também.

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Pelo que eu entendi, é um restaurante recomendadinho e fica dentro de um dos milhoooões de shoppings da cidade. Minha pedida foram esses camarões ultra apimentados. Para os fortes.

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Myung Ga Korean Restaurant. Nesse mesmo prédio dá pra encontrar um restaurante que serve um churrasquinho coreano dos deuses! E ainda tem vista para o skyline da cidade. Foi meu favorito da viagem.

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Serenade. Fica no passeio das estrelas e oferece um pato laqueado SENSACIONAL. Também oferece abalones muito estranhos, tratados como iguaria absoluta. Provei um e achei bizarro, admito.

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Jamie´s Italian. E aí que eu TINHA QUE PROVAR o restaurante do Jamie em algum lugar do mundo, né? Vida louca essa que me fez ir até o outro lado do planeta para cumprir o feito. As massas são gostosas, mas não sao feitas pelo tio Gennaro. Ou seja, melhor gastar seu dinheiro com dumplings ou coisas mais exóticas. No entanto, o brownie com caramelo e pipoca era uma coisa louca, isso eu tenho que admitir.

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Bee Cheng Hiang. Eu podia ter comido baldes disso, mas fui boba e ficava passando na frente da lojinha mil vezes, pensando se provava ou nao essa coisa bonita que parece mais um baconzinho gordurento. Para os desavisados como eu, esse é o Bakkwa, uma carne seca agridoce muito típica da China, vendida nessas lojinhas de rua! Eles deixam você dar uma provinha antes de comprar, pede sem medo!

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ONDE DORMIR:

Crown Plaza Hotel
Meu hotel ficava um pouco longe do centro da cidade, mas as linhas de metrô são facéis de entender e muito bem conectadas com os pontos turísticos que você vai querer visitar. Os quartos são muito confortáveis e tem um shopping center e uma estação de metro bem do lado. O café da manhã é um show a parte, com dumplings coexistindo com croissants. Eu sempre chegava cedo pra pegar uns bacons sem nenhum coleguinha de MBA para recriminar meus excessos de colesterol.

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4 Comments

  1. Hong koooooooong!!! Que demais essa viagem!!
    Eu fico doidinha nesses templos da Ásia, acho que quando botar meu pé desse lado do mundo vou ter uma overdose de visitas a templos, são tão lindos, esse de madeira aí, que sensacional!
    Eu bem aloka dos gatos também iria me enfiar nesse lugares pra achar um catcafé hahaha eu fui em um na hungria, mas um na ásia, preciso muito ir <3 aliás, todo caf café é valido pq gatos.. muito amor! ♥
    E o que falar dessa vista? Toda vez que penso em hong kong já imagino esse tanto de prédio e as luzes todas! :)

  2. Amiga! Só você mesmo pra ir num Jamie’s Italian na China. Chorando de rir aqui com essa história do Cat Café. Bizarrice total. Eu tenho muitos mixed-feelings com relação à China e ela está lá bem no finzinho da minha lista de lugares para conhecer no mundo. Maaas, tenho interesse nas comidas, claro. Sempre.

  3. Adoro quando entro aqui e tem vários posts que ainda não li :) Lá é realmente outro mundo, né? Mas tenho muita curiosidade com essas comidas estranhas rs!

  4. Gente, o que é a vista desse bar? :O e que loucura esse cat café, já fiquei com medo do corredor só de imaginar hahahah

    beeeijo

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